Se eu tenho um dia bom, fico mal por não ter você pra dividir, se tenho um dia ruim, fico pior por não ter você pra consolar, não tenho mais ninguem pra culpar, as vezes culpo Deus, as vezes culpo você, as vezes culpo a culpa. Dessa vez na vida, não faço pacto com a culpa, não fiz nada... talvez o problema foi ter feito demais, acho que você queria que fosse incompleto, que você precisasse reclamar de alguma coisa, porque dividimos o vicio de reclamar, como você não teve motivo, teve que reclamar a falta da deixa para você conseguir trabalhar essa coisa em comum. Não posso mais pedir nada. Chegou no ponto que as coisas não tem mais pra onde ir, e a minha dor tinha que ir embora, isso tinha que ir... mas ainda choro, ainda me seguro pra não gritar o teu nome e muitas outras coisas. Não sei pra onde eu vou, eu precisava de um plano e agora tenho medo de fazer os planos, porque ainda guardo uma lista de planos que fiz com você como protagonista numa das várias noites de insônia, to misturando as coisas e elas estão sem forma.
Queria dar um tempo de mim.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário